Pack integrado

Dois ERPs. Duas identidades. Uma empresa nova.

Due diligence técnica antes da transação. Integração post-merger depois dela. Consolidação de ERPs, unificação de identidades Microsoft, integração financeira. É um serviço genuinamente único no universo dos parceiros Cegid portugueses — nenhum dos outros com estatuto Platinum oferece M&A técnico para PME. A maioria foca-se em Big 4 para corporates grandes, onde os preços e os prazos não cabem na operação intermédia.

Uma fusão ou aquisição entre PMEs portuguesas raramente é apenas uma decisão financeira. No dia seguinte ao deal, há duas empresas com dois sistemas de gestão, duas infra-estruturas, duas políticas de acesso, dois calendários fiscais. Integrar tudo isto é trabalho técnico que poucos prestadores fazem bem para dimensões de PME.

A HeraPrime tem prática nesta área porque faz implementação Cegid e porque faz infraestrutura Microsoft. São precisamente as duas capacidades que convergem numa integração post-merger. Não somos M&A advisors — não assessoramos o deal financeiramente. Somos o parceiro técnico que garante que a empresa combinada é operacional em 90 a 180 dias.

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Duas modalidades

Antes do deal ou depois do deal.

Modalidade 1 · Due diligence técnica
Antes da transação
Avaliação independente do lado IT da empresa alvo. Stack tecnológico, dívida técnica, licenciamento, compliance, riscos de cibersegurança, estimativa de custo de integração pós-deal. Entregável para o comprador tomar decisão informada. 2 a 4 semanas. Em mais de 1000 implementações Cegid acumuladas, reconhecemos padrões de configuração em dias, não semanas — e identificamos cedo o que vai custar a integrar depois.
Modalidade 2 · Integração post-merger
Depois da transação
Planeamento e execução da integração técnica. Consolidação de ERPs (duas instâncias Cegid, ou Cegid + outro ERP), unificação de tenants Microsoft, migração de identidades, integração financeira. 3 a 9 meses conforme complexidade.
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O que fica incluído

Sete frentes de trabalho em integração post-merger.

  • Consolidação de ERPs. Migração das duas instâncias para uma única estrutura multi-empresa em Cegid Primavera. Plano de migração por ondas, janela de paragem controlada, reconciliação documentada antes do cut-over.
  • Unificação de tenants Microsoft 365. Dois tenants Entra ID passam a um. Migração de mailboxes, OneDrive, SharePoint, Teams. Preservação de histórico.
  • Consolidação de licenciamento. Negociação com Microsoft e Cegid para renegociar licenças ao volume combinado. Poupança real identificada.
  • Segurança unificada. Uma única política de segurança, um único baseline de Defender, audit logs centralizados. Conformidade NIS2 reavaliada no contexto da entidade combinada.
  • Integração financeira. Plano contabilístico unificado, mapeamento de centros de custo, consolidação de reporting.
  • Gestão de acesso durante a transição. Staged access — utilizadores-chave das duas entidades têm acesso cruzado durante o período de transição sem vulnerabilidades.
  • Comunicação e formação. Material de formação para utilizadores finais das duas empresas, sessões presenciais, canal de suporte dedicado durante os primeiros 90 dias.

Este é um serviço por projeto, não por contrato anual de suporte. Preço fixo negociado após avaliação inicial, conforme dimensão da empresa alvo e complexidade da integração.

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Perguntas que recebemos

Frases reais. Respostas concretas.

"Quanto custa? Vocês falam em preço fixo, mas há intervalos típicos?"
Due diligence técnica: tipicamente €8k–€20k conforme dimensão e complexidade do alvo. Integração post-merger: €40k–€180k+ conforme número de instâncias Cegid a consolidar, número de tenants Microsoft, volume de utilizadores, e nível de customização existente em cada lado. Preço fixo por âmbito após avaliação inicial. NDA padrão antes da conversa.
"Conseguem fazer due diligence numa semana se o deal está a apertar?"
Sim, em casos focados. Para PME com stack Cegid + Microsoft típico, due diligence focada em IT (sem aprofundar cibersegurança forense) sai em 5 a 10 dias úteis. Cobre: stack tecnológico actual, dívida técnica visível, situação de licenciamento (auditável a partir dos contratos), riscos de cibersegurança comuns, estimativa de custo de integração pós-deal. Para casos complexos (multi-país, dívida técnica pesada, regulatório financeiro), o prazo realista é 2 a 4 semanas.
"Empresa target tem ERP que não é Cegid. Migra-se ou mantém-se?"
Depende do peso operacional do target. Se o target representa <30% das operações combinadas, recomendação típica é migrar para Cegid (já a infra do comprador). Se representa 30%-70%, análise caso a caso — às vezes o ERP do target é melhor para o sector e migra-se ao contrário. Acima de 70%, mantém-se o ERP do target e migra o comprador. Em qualquer caso, não nos casamos com a recomendação — fazemos avaliação independente, e se a melhor opção for ficar em Sage, SAP ou outro, dizemo-lo. Há parceiros especializados nesses ERPs que recomendamos.
"Porque não aparecem nos pitches dos Big 4 para M&A?"
Porque os Big 4 servem deals corporate de €50M+ e ficam fora da economia da PME. Os preços e prazos do M&A advisory tradicional não cabem em deals de €2M–€20M, que é onde a maior parte das aquisições de PME portuguesas acontece. A nossa proposta técnica (não financeira) preenche esse vazio: integração técnica competente para deals de PME, sem o overhead de uma consultora corporate.

Conversa inicial confidencial.

Fusões e aquisições exigem confidencialidade desde a primeira conversa. Reunião sob NDA padrão, 60 minutos.