35 pessoas. Mesmas pessoas há anos.

A HeraPrime são 35 colaboradores, base em Lisboa, distribuídos pelo país conforme preferência individual. Turnover anual de 6,9% — contra um benchmark IT PT de 15–25%. Certificação Great Place to Work desde 2023. 34% da equipa com mais de 15 anos de casa. Não é boa sorte; é resultado de escolhas deliberadas sobre como se trata uma equipa.

01

Quem somos em números

A equipa em detalhe.

26
Consultores certificados Cegid e Microsoft
≈195
Certificações Cegid activas · cobertura plena dos módulos core em Professional + Executive
30
Anos contínuos de operação em Portugal
6,9%
Turnover anual · benchmark IT PT: 15–25%
Lisboa
Escritório · consultores remotos pelo país
02

Cultura · princípios operacionais

Cinco escolhas que fazemos todos os dias.

Ownership individual, não "equipa responsável"
Cada projeto tem um consultor responsável, nomeado no contrato. Quando há problema, há uma pessoa com nome a quem se liga — não um email genérico de "suporte". Se essa pessoa sai, há handover documentado; não há desaparecimento.
Admitimos erros diretamente
Quando algo corre mal, a expressão interna é "foi falha nossa". Não é "houve um desalinhamento de expectativas". A cultura assume que errar é parte do trabalho; esconder erros é que não é aceitável.
Horário estável, sem turnos
A linha de suporte cobre 8h às 19h em dias úteis, com pessoa a atender, auditada pela LAC. A equipa trabalha em horário regular — é o que torna possível ter a mesma equipa a responder em 2026 e em 2030.
Formação é tempo de trabalho
Duas semanas por ano de formação, tema à escolha do consultor (dentro do que faça sentido). Mais um plafond pessoal anual para cursos, certificações, exames, conferências — o consultor decide. Tudo em horário laboral; não há expectativa de estudar “nas horas livres”.
Career mentor separado da hierarquia
Cada consultor tem um mentor sénior atribuído. Não é quem o gere; não tem poder sobre avaliação ou promoção. Conversa trimestral, confidencial, sobre onde ir e como lá chegar. É o canal onde se fala do que não se fala com o chefe.
Discordâncias técnicas têm espaço
Quando um consultor discorda da solução proposta pela chefia técnica, há revisão. A última palavra fica com quem tem responsabilidade de decisão, mas a opinião técnica é ouvida e documentada. Silenciar desacordo é cultural, não individual.
03

Consequência prática

Como isto afeta os vossos projetos.

Rotação anual de 6,9% significa que quem implementa o Cegid em 2026 ainda está cá para o suporte em 2030. Em empresas com rotação no benchmark IT PT de 15–25%, o conhecimento sai com a pessoa — e o cliente aprende a viver com handovers sucessivos, cada um levando 2-3 meses para chegar ao nível do anterior.

Ownership individual significa que quando algo falha, há uma pessoa com nome a responder. Não é "a equipa de suporte"; é o consultor concreto que conhece a configuração específica. Em escritórios pequenos de 20-30 pessoas, isto é automático; em estruturas maiores, tem de ser cultural.

Duas semanas de formação por ano, tema à escolha do consultor, significa que a equipa se mantém técnicamente actualizada. Quando a Cegid lança nova versão do Evolution, ou quando a Microsoft muda algo no Entra ID, a equipa sabe — sem esperar que alguém gaste tempo pessoal a aprender, e sem desalinhar entre gerações com ritmos diferentes de formação.

Conhecer a equipa que implementaria o vosso projeto.

Durante o scoping técnico, antes de assinar âmbito, apresentamos os consultores que ficariam atribuídos. Não é "apresentação institucional" — é a pessoa concreta.